
Os ensaios reunidos nesta seção nasceram da colaboração periódica de Pedro Mastrobuono com o Correio do Estado (MS). Escritos a partir de acontecimentos, debates e inquietações do presente, eles refletem sobre cultura, patrimônio, memória, identidade, políticas públicas e outros temas que atravessam a vida brasileira.
Ensaios

Colonialismo epistemológico

O reaprendizado da escuta
Reaprender a escutar é essencial para reconstruir vínculos e fortalecer a vida em comum.

O que ainda pode dar sentido à vida?
Sem confiança, vínculos, instituições e a convivência deixam de se sustentar

O que ainda pode dar sentido à vida?
O sentido da vida se realiza ao transformar pensamento em legado e responsabilidade.

A crise contemporânea do significado
Busca espiritual ressurge diante da crise de sentido e pertencimento na vida moderna.

A emoção antes da verdade
Como a inteligência artificial despertou memórias, cultura e sentido de pertencimento.

A febre do nosso tempo
Como a intolerância corrói a convivência e desafia a reconstrução do diálogo social.

A juventude entre engajamento e esgotamento
Engajamento excessivo leva a juventude ao esgotamento e à perda da autonomia intelectual.

A promessa que não se cala
Promessa divina, identidade e diálogo diante das crises do monoteísmo e da intolerância.

Depois da violência: Goya, Morandi e o Pianista
Arte, memória e silêncio revelam como reconstruir a humanidade após a violência histórica.

Memória, exílio e esperança: a resposta cultural ao ódio
Memória, exílio e esperança mostram como a cultura enfrenta o ódio e preserva a humanidade.

O desaparecimento do político intelectual
O declínio do político intelectual enfraquece o diálogo entre conhecimento e democracia.

O Violinista Verde e o retorno do ódio: arte, exílio e a falência da escuta moral
Arte, memória e escuta moral revelam como o ódio corrói a humanidade e o diálogo.

Promessa, identidade e a lenta engenharia da desumanização
Identidade, memória e desumanização revelam como o ódio se constrói antes da violência.

Quando o ser humano começa a desaparecer
Desumanização começa no silêncio e ameaça a memória, a ética e a dignidade humana.