
Os ensaios reunidos nesta seção nasceram da colaboração periódica de Pedro Mastrobuono com o Correio do Estado (MS). Escritos a partir de acontecimentos, debates e inquietações do presente, eles refletem sobre cultura, patrimônio, memória, identidade, políticas públicas e outros temas que atravessam a vida brasileira.
Ensaios

Quatro anos depois o que fizemos com o sonho de Darcy | Primeira parte
Memorial da América Latina: quatro anos de gestão para realizar o sonho de Darcy Ribeiro


































O colonialismo do conhecimento
Parte 1: Quem está disposto a escutar?
Descolonizar o conhecimento exige escuta e diálogo entre universidades e saberes locais.
Senti falta de Darcy como uma forma de pensar o País
O legado de Darcy Ribeiro inspira uma reflexão sobre democracia e polarização no Brasil.
Preservar o invisível - Parte 2
Preservar o patrimônio exige transmitir seus significados, memórias e saberes ao futuro.
Preservar o invisível - Parte 1
Colonialismo do conhecimento questiona quem pode saber e quais saberes são legitimados.
O colonialismo do conhecimento
Parte 1: Quem tem o direito de saber ?
Colonialismo do conhecimento questiona quem pode saber e quais saberes são legitimados.
A ciência antes da palavra ciência - Parte 2
A ciência moderna organiza a dúvida sem apagar saberes e conhecimentos que vieram antes.
A ciência antes da palavra ciência - Parte 1
A ciência antes de seu nome: observar, testar e transmitir também produzem conhecimento.
Quando uma língua sabe o mundo - Parte 2
Línguas preservam conhecimento, memória e formas únicas de compreender e nomear o mundo.
Quando uma língua sabe o mundo - Parte 1
Línguas preservam conhecimento, memória e formas únicas de compreender e nomear o mundo.
Aracy Amaral
Crítica, memória e legado de uma referência central para a arte brasileira.
O conhecimento que não escreveu livros
Saberes transmitidos pelo corpo revelam formas de conhecimento, memória e tradição ancestral.
A inteligência das civilizações
Saberes ancestrais revelam a inteligência e o conhecimento preservados pelas civilizações.
A esperança como construção
A esperança se constrói no presente com ações capazes de transformar o futuro comum.
O futuro como responsabilidade
Pensar o futuro exige responsabilidade pelas escolhas de hoje e pelas próximas gerações.
A ética do cuidado
A ética do cuidado sustenta vínculos, memórias e instituições que atravessam gerações.
A coragem da permanência
Permanecer requer coragem para sustentar vínculos, compromissos e tudo que merece durar.
A arquitetura da esperança
Educar a atenção preserva a memória, cultura e aquilo que realmente importa à sociedade.
Santos Dumont além do inventor
Para entender sua dimensão humana, memória e legado para o Brasil
A arquitetura da esperança e as virtudes de uma civilização
Reconstruir a comunidade exige vínculos, pertencimento e responsabilidade para o futuro.
Colonialismo epistemológico
O reaprendizado da escuta
Reaprender a escutar é essencial para reconstruir vínculos e fortalecer a vida em comum.
O que ainda pode dar sentido à vida?
Sem confiança, vínculos, instituições e a convivência deixam de se sustentar
O que ainda pode dar sentido à vida?
O sentido da vida se realiza ao transformar pensamento em legado e responsabilidade.
A crise contemporânea do significado
Busca espiritual ressurge diante da crise de sentido e pertencimento na vida moderna.
A emoção antes da verdade
Como a inteligência artificial despertou memórias, cultura e sentido de pertencimento.
A febre do nosso tempo
Como a intolerância corrói a convivência e desafia a reconstrução do diálogo social.
A juventude entre engajamento e esgotamento
Engajamento excessivo leva a juventude ao esgotamento e à perda da autonomia intelectual.
A promessa que não se cala
Promessa divina, identidade e diálogo diante das crises do monoteísmo e da intolerância.
Depois da violência: Goya, Morandi e o Pianista
Arte, memória e silêncio revelam como reconstruir a humanidade após a violência histórica.
Memória, exílio e esperança: a resposta cultural ao ódio
Memória, exílio e esperança mostram como a cultura enfrenta o ódio e preserva a humanidade.
O desaparecimento do político intelectual
O declínio do político intelectual enfraquece o diálogo entre conhecimento e democracia.
O Violinista Verde e o retorno do ódio: arte, exílio e a falência da escuta moral
Arte, memória e escuta moral revelam como o ódio corrói a humanidade e o diálogo.
Promessa, identidade e a lenta engenharia da desumanização
Identidade, memória e desumanização revelam como o ódio se constrói antes da violência.
Quando o ser humano começa a desaparecer
Desumanização começa no silêncio e ameaça a memória, a ética e a dignidade humana.